Take Control



Quando entramos no prédio do departamento de controle a sensação é de mistério e saber o que a antiga casa vai nos proporcionar

Control foi publicado pela 505 Games e desenvolvido pela Remedy, criadora de Alan Wake I e II, lançado em 2019 para consoles Playstation, Nintendo e Xbox e para PC.




Bem vindo ao Departamento de Controle


Quando entramos em um prédio misterioso com a protagonista Jesse Faden, sabemos que nosso objetivo é encontrar o nosso irmão desaparecido, encontramos de início um faxineiro finlandês simpático chamado Ahti, no primeiro diálogo vamos entender quase nada que ele está falando, mas ele indica que temos de ir à sala do diretor Trench, quando chegamos na sala começa a loucura.

O diretor está morto com uma arma na sua mesa e quando tocamos nela somos transportados para uma dimensão onde ouvimos várias palavras sem sentido falando com a Jesse e dizendo que ela é a nova diretora, após essa loucura explorando mais o local encontramos uma das nossas companheiras e quem vai tirar dúvidas sobre esse local Emily Pope, com ela que descobrimos que o Departamento de Controle está sendo atacado pelo Ruído, uma entidade que possui as pessoas e tenta dominar o local.

Durante a história vamos descobrindo mais sobre o departamento e que ele é um local onde temos objetos sobrenaturais, que tem muita influência na consciência humana e nos locais onde são encontrados, então o departamento estuda o que pode ser feito e como surgiu cada item guardado no local. Vamos explorar muitas áreas e achar documentos que contam sobre esses objetos.

O prédio está sendo dominado pelo ruído e nosso objetivo é tirar essa influência pelo departamento inteiro. O game tem uma história enigmática onde ela não se esforça a contar o que está acontecendo, nosso primeiro objetivo é ir atrás do nosso irmão Dylan, mas durante conhecemos personagens ótimos como o Doutor Darling que um estudioso de todos os objetos que o departamento tem, o Diretor Trench onde ele conversa com a gente meio como um telefone sem fio, o faxineiro Ahti que a cada diálogo com ele a gente fica mais perdido ainda e a Emily Pope que fala muito sobre o departamento para a Jesse.

Então, o game não facilita a história, ele tem um enredo principal, mas quando a gente vai analisar mais a fundo, isso é uma migalha no que está acontecendo.




Fluidez no combate

Após Jesse virar a diretora, o gameplay realmente começa. Control é um jogo de ação, usamos a arma que pegamos do antigo diretor. Ela tem um poder de se transformar em várias armas, como um shotgun, metralhadora, um disparador de mísseis e sniper. Podemos escolher duas dessas variações no combate, então o jogador pode mesclar as suas armas ou dar preferência para duas.

No decorrer do game vamos explorando ainda mais o departamento e nele temos objetos de poder que a Jesse precisa neutralizar para liberar uma parte do mapa ou continuar a história, com isso ganhamos algumas poderes, como jogar objetos nos inimigos, voar, fazer um escudo com pedaços do cenário e controlar algum inimigo por um determinado tempo.

O game tem uma gameplay satisfatória, dinâmica que força o jogador a estar em movimento constante, porque os inimigos sempre estão atirando ou jogando algo na sua direção. Os inimigos no game são pessoas que trabalham no departamento que foram corrompidas pelo ruído.

Para melhorar nossas habilidades em cada missão que fazemos, ganhamos pontos que usamos na árvore de melhorias. Quando matamos inimigos, eles derrubam algum tipo de melhoria onde podemos colocar 3 de cada vez, exemplo: podemos melhorar nosso tempo de levitação em 15%, nosso carregamento da arma ser mais rápido. Esse tipo de melhoria deixa o jogo único para cada jogador que pode melhorar algo que ele gosta mais de usar.



Gráficos

Depois de alguns anos de lançamento, Control ainda é um jogo muito bonito, com o seus cenários destrutivos e inimigos explodindo para todo canto, isso em consoles como o Playstation 4 e Xbox One sofreram para rodar o game, com o FPS indo para quase zero, mas com a nova geração de consoles e PCs ficando mais potente o game que nos consoles antigos roda a 30fps na nova geração foi para 60fps deixando o jogo ainda mais fluindo e bom de se jogar.




Conclusão

Control ainda é um excelente jogo mesmo com o passar dos anos. Com uma história misteriosa e personagens muito interessantes, ele é um game interessante para os jogadores que querem entrar nesse universo de games da Remedy. A gameplay é excelente, fluida e os gráficos ainda são ótimos.



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